Crescimento Brasileiro Atrai Starlinger

Com sede em Viena/Austria, Starlinger irá fornecer sua primeira linha de “garrafa-para-garrafa” no Brasil, oferecendo capacidade de produção de cerca de 31 milhões de libras de pelets por ano para um mercado emergente com um grande potencial de reutilização de plástico.

Com base em pesquisas de mercado, a taxa de reciclagem de plásticos no Brasil não passa de 20%, comparada com países mais avançados como os EUA, com uma taxa de 27%, e a União Européia, com uma taxa de 60%.

Mas no mundo inteiro, as taxas de recolhimento têm aumentado mais rapidamente do que o crescimento do PET em geral. Além disso o uso global de garrafas PET está crescendo de 4 à 8% por ano e cerca de 8% nos mercados em desenvolvimento como o Brasil. Starlinger tem uma previsão de que a coleta global esteja em 35% atualmente, e deva chegar à 50% até 2020.

Starlinger RecoStar 65 para reciclagem de PET

Atualmente a Starlinger tem um cliente na Bolívia realizando a reciclagem “garrafa-para-garrafa” com o seu maquinário, a uma taxa de 17,6 milhões de libras por ano. Uma linha de 31 milhões de libras será aberta também no Peru, em junho, e cada uma dessas linhas tem aprovado o contato com alimentos, com a Coca-Cola já usando as garrafas novas na Bolívia.

Starlinger está vendo mais proprietários da marca tomando um papel ativo na educação da reciclagem e na organização comunitária, que fazem isto em parte, pelos governos que têm cobrado através de ameaças de “limpar ou pagar”.

No México, o governo disse aos engarrafadores: “Vocês tiram os resíduos da rua, ou nós vamos fazer vocês fazer isto”, comentou Starlinger.

Starlinger starEX mono-filament line

Para a Starlinger e outros fabricantes de máquinas de reciclagem o maior desafio é reverter a tendência do material coletado ser enviado à China para reutilização como fibra. Cerca de 70% dos plásticos recolhidos em todo o mundo é enviado para a China para um “Second Life” como fibras recicladas. A perda é sentida em cada mercado que desistiu de coletar o seu material, pois o regranulado ainda é mais barato do que a resina para garrafas de segunda vida, segundo Starlinger.

“Se você realmente quer ser ambientalmente inteligente, por que transportar esse material para outro lugar do mundo, quando ele pode ser reutilizado em casa?”

Leia também: Collecting Recyclable Waste in Brazil

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